domingo, 4 de setembro de 2011

Mudar é preciso...


Vira, vira vira...

Eu, estive envolvido durante um tempo na coordenação de um grupo de humanização na instituição em que trabalho.

Observei nesse tempo que este trabalho é difícil, que durante nossa formação acadêmica fala-se muito em trabalho em equipe, inter, trans e multiprofissional, mas na verdade as coisas não são tão precisas assim.

Não conseguimos realizar a política de humanização. Tentamos, diversas vezes nos reunir, fazer a diferença, mas no final, não obtivemos êxito. Não foi por falta de competência dos membros da equipe não, havia algo no ar, um desejo do inconsciente coletivo de que não fosse assim.

Humanizar é trabalhar com a complexidade ao mesmo tempo com simplicidade. Não dá para fazer um projeto de futuro sem verificar o campo onde ele será semeado.

Se não sabemos para onde queremos ir, qualquer lugar serve.

Não é brinquedo não.
 O espaço e o tempo também devem convergir para que os objetivos do GTH sejam alcançados.

Infelizmente não foi nosso caso. O princípio entropico é muito forte.


Diante de tudo o que escrevi aqui, acabei verificando que eu estava em um monólogo. Discutindo os aspectos do meu desejo sobre uma realidade muito maior do que eu.
  

Então, decidi mudar a direção desse meu barco, que navega errante pelo rio Estige.

Nada melhor do que um feriado de setembro para isso acontecer.

Minha despedida do GTH é essa.


Boa Sorte aos navegantes.


Marcelo Augusto Zacarias

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